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Saúde dos Colaboradores

Dá-se o nome de medicina ocupacional às relações entre a saúde dos colaboradores, a natureza das atividades que desempenham e a segurança do meio em que desenvolvem essas atividades.


Ou seja, doenças que impedem essas funções ou que podem vir a se desenvolver no ambiente de trabalho são do campo da medicina ocupacional. Assim como os temidos acidentes de trabalho.


Para que você se convença da importância dessa área, escolhemos 5 momentos em que ela ajuda a sua empresa não apenas a ficar livre de sanções, mas também a aumentar a produtividade e crescer:


1. Prevenindo lesões por esforços repetitivos (L.E.R.)


A terminologia técnica pode variar conforme o caso. Assim, as lesões por esforços repetitivos podem ser conhecidas também com outros nomes:


D.O.R.T — Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho

L.T.C. — Lesão por Trauma Cumulativo

A.M.E.R.T. — Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho

S.M.R — Síndrome dos Movimentos Repetitivos


À parte a diferença de nomenclatura, a L.E.R representa uma ameaça ao desempenho do trabalho e à qualidade de vida do colaborador. E ele está mais sujeito a ela se a sua atividade envolve movimentos repetitivos, como a digitação em computadores, por exemplo.


Assim, um acompanhamento da medicina ocupacional submete o colaborador a alongamentos, relaxamento periódico e outros exercícios que previnem esses males.


2. Realizando exames admissionais


Os exames médicos admissionais, além de serem obrigatórios para admissão segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), são essenciais para resguardar a saúde de colaboradores e a segurança jurídica das empresas.


Eles garantem que ele não seja convidado a desempenhar uma tarefa que sua saúde não permite, por exemplo. E evitam, da parte da empresa, que ela possa ser punida por atribuir essa tarefa ao colaborador indevidamente.


3. Exames demissionais


Da mesma forma, a CLT é específica ao exigir que a demissão de um colaborador seja precedida pelo exame demissional.


Esse exame resguarda os direitos do trabalhador, já que atesta que ele não adquiriu nenhuma doença ocupacional ao longo do período em que fez parte do quadro da empresa.


Uma vez que a saúde dele é de responsabilidade da empresa, ela também se beneficia de um exame demissional bem feito. Afinal, é um respaldo legal contra futuras questões trabalhistas.


4. Exames periódicos


A maior parte das ocupações apresenta, pelo menos, um fator de risco, podendo ser ele físico, químico ou biológico. Logo, os exames periódicos também devem fazer parte da rotina laboral.


Um bom exemplo da sua aplicação é para prevenir ou diagnosticar os casos de L.E.R que descrevemos mais acima.


5. Outras situações


Há ainda uma série de doenças laborais que podem ser diagnosticadas, prevenidas ou mesmo encaminhados a outros especialistas pelo médico ocupacional. Abaixo, fizemos uma lista das mais comuns:


  • Intoxicação por exposição prolongada ou sem proteção a substância química;

  • Perda de audição por exposição a ruídos mais altos que 85 decibéis;

  • Embolia gasosa (frequente em profissionais que trabalham embaixo d’água, como os mergulhadores, por exemplo);

  • Conjuntivite causada por substâncias químicas ou exposição a raios ultravioleta ou infravermelhos;

  • Reumatismo por exposição à umidade;

  • Insolação;

  • Doenças causadas por vírus, bactérias e outras.


De forma geral, a função da medicina ocupacional é promover a saúde e qualidade de vida do colaborador.


E a empresa que o contrata também tem muito a ganhar com isso, já que o resultado de boas condições de saúde e trabalho de um funcionário são mais produtividade, menor absenteísmo e menor rotatividade do seu quadro.


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